Levantamento anual da Organização Mundial da Saúde com dados de todos os países mostra que em 2008 o Brasil destinou apenas 6% de seu Orçamento para a área, índice inferior à média do continente africano; população arca com maior parte dos gastos Jamil Chade - O Estado de S.Paulo CORRESPONDENTE / GENEBRA A parcela do Orçamento do governo brasileiro destinada à saúde, 6%, é inferior à média africana (de 9,6%) e o setor no País ainda é pago em maior parte pelo cidadão. Os dados são da Organização Mundial da Saúde (OMS), que divulgou ontem seu relatório anual. O documento inclui um raio X completo do financiamento da saúde e escancara uma realidade: o custo médio da saúde ao bolso de um brasileiro é superior ao da média mundial. O relatório é apresentado às vésperas da abertura da Assembleia Mundial da Saúde, em Genebra, que terá a presença de ministros de todas as regiões para debater, entre outras coisas, o futuro do financiamento do setor. Dados da OMS apontam que 56% dos gastos com a saúde no Brasil vêm de poupanças e das rendas de pessoas. O número representa uma queda em relação a 2000 - naquele ano, 59% de tudo que se gastava com saúde no Brasil vinha do bolso de famílias de pacientes e de planos pagos por indivíduos. Mesmo assim, a taxa é considerada uma das mais altas do mundo, superior ao valor que africanos, asiáticos e latino-americanos gastam em média. Em termos absolutos, o governo brasileiro destina à saúde de um cidadão um décimo do valor destinado pelos países europeus. Das 192 nações avaliadas pela OMS, o Brasil ocupa uma posição medíocre - apenas 41 têm um índice mais preocupante que o do País. Para fazer a comparação, a OMS utiliza dados de 2008, considerados como os últimos disponíveis em todos os países para permitir uma avaliação completa. Orçamento. Segundo a OMS, a quantidade de recursos num orçamento nacional que é destinada à saúde mostra a prioridade política do governo em relação ao tema. Nesse ponto, o Brasil está entre os 24 países que menos destinam recursos de seu Orçamento para o setor - apenas 6%. Embora tenha representado um salto em relação a 2000 (4,1%), o nosso índice é menos da metade da média mundial, de 13,9%. Em valores absolutos, o levantamento constata que os recursos para a saúde quase dobraram em dez anos no Brasil, somando gastos governamentais e privados. Por pessoa, a saúde no País consome o equivalente a US$ 875. Há quase dez anos antes, esse valor era de US$ 494. Desse total, US$ 385 são arcados pelo governo, valor que equivale a um décimo do que gastam os governos da Dinamarca e da Holanda com a saúde de cada um de seus habitantes. ================ Gastos são quase metade do ideal Ministra em exercício da Saúde admite que setor precisa de maior alocação de recursos e defende regulamentação da Emenda 29 Lígia Formenti / BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo A ministra em exercício da Saúde, Márcia Aparecida do Amaral, disse considerar "difícil" que países africanos tenham um gasto público em saúde superior ao do Brasil, conforme aponta relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgado ontem em Genebra. "Não vi ainda os números do relatório. Mas acho difícil que isso ocorra", disse Márcia Aparecida. A ministra, porém, reconheceu que os gastos públicos em saúde no País são quase a metade do ideal. Atualmente, são reservados para o setor 3,5% do PIB. Em países com sistema universal, como o Brasil, o gasto público médio é de 6% do PIB. "Há uma necessidade de se alocar mais recursos públicos para o setor. Daí a discussão de algumas medidas, como a regulamentação da Emenda 29", observou, referindo-se à lei complementar que fixa os porcentuais mínimos a serem investidos anualmente em saúde pela União, por Estados e municípios. As declarações de Márcia, porém, destoam em parte do discurso feito pelo ministro Alexandre Padilha, que desde que assumiu a pasta prefere a tese (mais palatável para o Planalto) de que é preciso gastar melhor o que se tem. Quando se analisam os gastos totais do País no setor, a fatia do PIB é maior: 8,4%. Algo que comprova o constatado pelo relatório da OMS, a superioridade dos gastos privados na saúde: 4,9% do PIB. Apesar das constatações preocupantes em relação ao Brasil, os dados da OMS mostram avanços no País. O primeiro deles é que o total gasto por privados e governo com a saúde aumentou de 7,2% do PIB em 2000 para 8,4% em 2008. A taxa ainda é inferior aos 11% destinados em média à saúde nos países ricos. Mas é próxima da média mundial, de 8,5%. Outro avanço registrado é o da expectativa de vida, que passou de 67 anos em 1990 para 73 anos em 2009. Em geral, o brasileiro vive mais que a média mundial. A morte de crianças com menos de 1 ano também desabou no País. Em 1990, eram 46 por grupo de mil crianças; 20 anos depois, caiu para 17 por grupo de mil. / COLABOROU JAMIL CHADE =============== Estudo registra expansão dos planos no Brasil Jamil Chade - O Estado de S.Paulo Um dos fenômenos notados pela OMS no País foi a explosão dos planos de saúde. Há dez anos, 34% do dinheiro destinado à saúde no Brasil vinha de planos. Em 2008, essa taxa subiu para 41%. Um brasileiro gasta com saúde quase o dobro que um europeu. Em média, apenas 23% dos gastos com a saúde na Europa vêm do bolso dos cidadãos. O resto é coberto pelo Estado. A taxa de dinheiro privado na saúde no Brasil também é muito superior à média mundial, de 38%. No Japão, 82% de todos os gastos são cobertos pelo governo. Na Dinamarca, essa taxa sobe para 85%. Em Cuba, os gastos privados de cidadãos com a saúde representam apenas 6% do que o país gasta no setor. Em países nos quais o sistema de saúde é praticamente inexistente o cenário é bem diferente. No Afeganistão, 78% dos gastos com a saúde dependem dos cidadãos. No Laos, a taxa chega a 82%, contra 93% em Serra Leoa. |
segunda-feira, 23 de maio de 2011
País gasta menos com saúde que África
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Medicamento Proibido- RISCO DE MORTE
U R G E N T E - RISCO DE MORTE Para quem tem crianças ou para quem faz uso
regular de medicamentos, é melhor ficar de olho!
Por favor, divulguem.
O Ministério da Saúde através da Agência Nacional
de Vigilância Sanitária, suspendeu por meio da
Resolução 96, a fabricação, distribuição, manipulação,
comercialização e armazenagem de medicamentos com o
principio ativo denominado FENILPROPALAMINA.
A medida foi tomada depois que a Food and Drug Administration (FDA), dos Estados Unidos, constatou
que a substância vinha provocando adversos FATAIS em
usuários americanos hemorragias cerebrais. No Brasil
a suspensão é preventiva, uma vez que não existem casos relatados .
A FENILPROPALAMINA está presente em 21medicamentos, especialmente nos anti-gripais .
regular de medicamentos, é melhor ficar de olho!
Por favor, divulguem.
O Ministério da Saúde através da Agência Nacional
de Vigilância Sanitária, suspendeu por meio da
Resolução 96, a fabricação, distribuição, manipulação,
comercialização e armazenagem de medicamentos com o
principio ativo denominado FENILPROPALAMINA.
A medida foi tomada depois que a Food and Drug Administration (FDA), dos Estados Unidos, constatou
que a substância vinha provocando adversos FATAIS em
usuários americanos hemorragias cerebrais. No Brasil
a suspensão é preventiva, uma vez que não existem casos relatados .
A FENILPROPALAMINA está presente em 21medicamentos, especialmente nos anti-gripais .
Os medicamentos suspensos são os seguintes:
1) Bernadryl dia e noite.
2) Contac
3) Naldecon Bristol
4) Acolde
5) Rinarin Expectorante
6) Deltap
7)Desfenil
8) HCl de fenilpropalamina
9) Naldex
10) Nasaliv
11) Decongex Plus
12) Sanagripe
13) Descon 14) Descon AP
15) Descon Expectorante
16) Dimetapp
17) Dimetapp Expectorante
18) Ceracol Plus
19) Ornatrol
20) Rhinex AP
21) Contilen
Solicito, pois, a todos que estejam utilizando
qualquer medicamento da lista acima, que suspendam a
medicação e procurem o seu médico para maiores detalhes.
Atenciosamente,
1) Bernadryl dia e noite.
2) Contac
3) Naldecon Bristol
4) Acolde
5) Rinarin Expectorante
6) Deltap
7)Desfenil
8) HCl de fenilpropalamina
9) Naldex
10) Nasaliv
11) Decongex Plus
12) Sanagripe
13) Descon 14) Descon AP
15) Descon Expectorante
16) Dimetapp
17) Dimetapp Expectorante
18) Ceracol Plus
19) Ornatrol
20) Rhinex AP
21) Contilen
Solicito, pois, a todos que estejam utilizando
qualquer medicamento da lista acima, que suspendam a
medicação e procurem o seu médico para maiores detalhes.
Atenciosamente,
MAURICI ARAGÃO TAVARES
Médico do Trabalho
CRM.SP.33006
Médico do Trabalho
CRM.SP.33006
--
Suzana Ribeiro
CECUNE - Coordenação de Projetos
Fones (51) 3348-9542
sábado, 7 de maio de 2011
Gestão Estratégica e Participativa do MS intensifica relação com a Fiocruz
ENSP, publicada em 06/05/2011
Filipe Leonel
Nomeado pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para assumir a Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP) do Ministério da Saúde, em janeiro de 2011, o médico e doutor em Saúde Coletiva, Luiz Odorico Monteiro de Andrade, encarou o desafio e, em quatro meses de mandato, vem liderando a missão de implantar, em todo o país, o Sistema do Cartão Nacional de Saúde - base de dados nacional que permite a identificação dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Em sua participação no Centro de Estudos da ENSP, na quarta-feira (4/2), dois dias após a publicação da portaria que regulamenta o cartão, Odorico afirmou que conta com a participação da Escola Nacional de Saúde Pública para a efetivação do cartão em todo território nacional.
Mas não será apenas nessa tarefa que a ENSP atuará em conjunto com a SGEP. Em reunião na sala da Direção, horas antes de sua apresentação no CEENSP, o secretário reuniu-se com o diretor da Escola, Antônio Ivo de Carvalho, para discutir a elaboração de cursos que auxiliem a formação de conselheiros de saúde e agentes de saúde e endemias. Na entrevista a seguir, Odorico fala sobre os primeiros meses à frente da Secretaria, detalha as parcerias com a Fiocruz e comenta os desafios da implantação do Cartão SUS. Confira.
Informe ENSP: Após ter sido secretário municipal de saúde e ter presidido o Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems), o senhor foi indicado para assumir, em janeiro deste ano, a Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP) do Ministério da Saúde, com a posse do ministro da Saúde Alexandre Padilha. Em quatro meses de Secretaria, é possível fazer um balanço das ações já desenvolvidas?
Luiz Odorico Monteiro de Andrade: Da minha parte, tem sido uma grande satisfação participar do governo da presidenta Dilma Rousseff, ao lado do ministro da saúde, Alexandre Padilha. O escopo construído pelo ministro, em conjunto com a secretária executiva do MS, Márcia Bassit, e de acordo com todo o secretariado do Ministério da Saúde, designou à SGEP uma tarefa importante de apoio, coordenação e articulação a cinco grandes sistemas do SUS: o Sistema Nacional de Auditoria (SNA); o Sistema Nacional de Ouvidoria-Geral do SUS (DOGES); o Departamento de Apoio à Gestão Participativa (DAGEP); o Sistema Nacional de Informática do SUS (DataSUS) e o Sistema Nacional de Articulação Interfederativa.
Esses sistemas são estratégicos para o SUS, se articulam nas esferas federal, estadual e municipal, e, ao longo desses quatro meses, algumas medidas importantes já foram tomadas, como a articulação para a realização da 14ª Conferência Nacional de Saúde, na qual estamos trabalhando com a ideia do acesso e do aprimoramento da relação interfederativa, com o aprimoramento do pacto de gestão, e apontando perspectivas para criarmos mecanismos mais estruturantes nessa relação interfederativa, como a construção de um pacto que produza contratos organizativos da ação pública em cima de metas pré-estabelecidas entre municípios, estados e o MS.
Informe ENSP: Na última segunda-feira (2/5), foi publicada a portaria que regulamenta o Sistema Cartão Nacional de Saúde, um dos desafios da atual gestão do Ministério da Saúde, sob responsabilidade da SGEP. A publicação da portaria é um importante passo para a implementação do cartão em todo o território nacional, certo?
Luiz Odorico: A publicação da portaria, de fato, é um momento importante nesses quatro meses de secretaria. O Sistema Cartão é um sistema de informação de base nacional, que permite a identificação unívoca dos usuários das ações e serviços de saúde, com atribuição de um número único válido em todo o território nacional. O sistema permite a vinculação do usuário à atenção realizada pelas ações e serviços de saúde, ao profissional e ao estabelecimento de saúde responsável pela sua realização; e a disponibilização, aos usuários do SUS, dos dados e das informações de seus contatos com o SUS por meio do Portal de Saúde do Cidadão.
Estamos conversando com os estados, municípios, e a discussão que fizemos aqui na ENSP nos aponta a perspectiva de ampliação do debate nacional em relação à construção do Cartão Nacional da Saúde. No entanto, é preciso entender que, mais do que um cartão fisicamente, um número, ou um registro do cidadão, esse sistema representa uma cultura da gestão da informação em saúde, ou seja, o fortalecimento do sistema de informação em saúde no Brasil. Trata-se de um mecanismo que aumenta a governança dos gestores, cidadãos e do próprio sistema de saúde. Discutir esse tema aqui na ENSP é importante para termos segurança nessa caminhada.
Informe ENSP: Antes de sua apresentação no CEENSP, o senhor esteve reunido com a Presidência da Fiocruz e com a Direção da Escola Nacional de Saúde Pública para a elaboração de parcerias com a Secretaria. De que forma a instituição pode colaborar com as ações da SGEP?
Luiz Odorico: Estamos firmando um apoio de cooperação técnica com a Fiocruz na construção das redes interfederativas de saúde e na própria implementação do Cartão SUS. Contar com a Fiocruz é da maior importância para nós, pois o conhecimento produzido aqui pode ser expandido para um conjunto de estados e municípios. Junto à ENSP, estamos construindo mecanismos de educação permanente, principalmente no primeiro momento, para conselheiros municipais e estaduais de saúde, fortalecendo a Política Nacional de Gestão Estratégica e Participativa no SUS (ParticipaSUS).
Estamos em fase de elaboração de um curso na área de mobilização social para agentes de saúde e agentes de endemias, além de contar com a participação da Escola no desenvolvimento de pesquisas que apoiem a política e o plano de inclusão digital do MS, como também, outros trabalhos no campo da gestão participativa.
Nomeado pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para assumir a Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP) do Ministério da Saúde, em janeiro de 2011, o médico e doutor em Saúde Coletiva, Luiz Odorico Monteiro de Andrade, encarou o desafio e, em quatro meses de mandato, vem liderando a missão de implantar, em todo o país, o Sistema do Cartão Nacional de Saúde - base de dados nacional que permite a identificação dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Em sua participação no Centro de Estudos da ENSP, na quarta-feira (4/2), dois dias após a publicação da portaria que regulamenta o cartão, Odorico afirmou que conta com a participação da Escola Nacional de Saúde Pública para a efetivação do cartão em todo território nacional.
Mas não será apenas nessa tarefa que a ENSP atuará em conjunto com a SGEP. Em reunião na sala da Direção, horas antes de sua apresentação no CEENSP, o secretário reuniu-se com o diretor da Escola, Antônio Ivo de Carvalho, para discutir a elaboração de cursos que auxiliem a formação de conselheiros de saúde e agentes de saúde e endemias. Na entrevista a seguir, Odorico fala sobre os primeiros meses à frente da Secretaria, detalha as parcerias com a Fiocruz e comenta os desafios da implantação do Cartão SUS. Confira.
Informe ENSP: Após ter sido secretário municipal de saúde e ter presidido o Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems), o senhor foi indicado para assumir, em janeiro deste ano, a Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP) do Ministério da Saúde, com a posse do ministro da Saúde Alexandre Padilha. Em quatro meses de Secretaria, é possível fazer um balanço das ações já desenvolvidas?
Luiz Odorico Monteiro de Andrade: Da minha parte, tem sido uma grande satisfação participar do governo da presidenta Dilma Rousseff, ao lado do ministro da saúde, Alexandre Padilha. O escopo construído pelo ministro, em conjunto com a secretária executiva do MS, Márcia Bassit, e de acordo com todo o secretariado do Ministério da Saúde, designou à SGEP uma tarefa importante de apoio, coordenação e articulação a cinco grandes sistemas do SUS: o Sistema Nacional de Auditoria (SNA); o Sistema Nacional de Ouvidoria-Geral do SUS (DOGES); o Departamento de Apoio à Gestão Participativa (DAGEP); o Sistema Nacional de Informática do SUS (DataSUS) e o Sistema Nacional de Articulação Interfederativa. Esses sistemas são estratégicos para o SUS, se articulam nas esferas federal, estadual e municipal, e, ao longo desses quatro meses, algumas medidas importantes já foram tomadas, como a articulação para a realização da 14ª Conferência Nacional de Saúde, na qual estamos trabalhando com a ideia do acesso e do aprimoramento da relação interfederativa, com o aprimoramento do pacto de gestão, e apontando perspectivas para criarmos mecanismos mais estruturantes nessa relação interfederativa, como a construção de um pacto que produza contratos organizativos da ação pública em cima de metas pré-estabelecidas entre municípios, estados e o MS.
Informe ENSP: Na última segunda-feira (2/5), foi publicada a portaria que regulamenta o Sistema Cartão Nacional de Saúde, um dos desafios da atual gestão do Ministério da Saúde, sob responsabilidade da SGEP. A publicação da portaria é um importante passo para a implementação do cartão em todo o território nacional, certo?
Luiz Odorico: A publicação da portaria, de fato, é um momento importante nesses quatro meses de secretaria. O Sistema Cartão é um sistema de informação de base nacional, que permite a identificação unívoca dos usuários das ações e serviços de saúde, com atribuição de um número único válido em todo o território nacional. O sistema permite a vinculação do usuário à atenção realizada pelas ações e serviços de saúde, ao profissional e ao estabelecimento de saúde responsável pela sua realização; e a disponibilização, aos usuários do SUS, dos dados e das informações de seus contatos com o SUS por meio do Portal de Saúde do Cidadão.
Estamos conversando com os estados, municípios, e a discussão que fizemos aqui na ENSP nos aponta a perspectiva de ampliação do debate nacional em relação à construção do Cartão Nacional da Saúde. No entanto, é preciso entender que, mais do que um cartão fisicamente, um número, ou um registro do cidadão, esse sistema representa uma cultura da gestão da informação em saúde, ou seja, o fortalecimento do sistema de informação em saúde no Brasil. Trata-se de um mecanismo que aumenta a governança dos gestores, cidadãos e do próprio sistema de saúde. Discutir esse tema aqui na ENSP é importante para termos segurança nessa caminhada.
Informe ENSP: Antes de sua apresentação no CEENSP, o senhor esteve reunido com a Presidência da Fiocruz e com a Direção da Escola Nacional de Saúde Pública para a elaboração de parcerias com a Secretaria. De que forma a instituição pode colaborar com as ações da SGEP?
Luiz Odorico: Estamos firmando um apoio de cooperação técnica com a Fiocruz na construção das redes interfederativas de saúde e na própria implementação do Cartão SUS. Contar com a Fiocruz é da maior importância para nós, pois o conhecimento produzido aqui pode ser expandido para um conjunto de estados e municípios. Junto à ENSP, estamos construindo mecanismos de educação permanente, principalmente no primeiro momento, para conselheiros municipais e estaduais de saúde, fortalecendo a Política Nacional de Gestão Estratégica e Participativa no SUS (ParticipaSUS).
Estamos em fase de elaboração de um curso na área de mobilização social para agentes de saúde e agentes de endemias, além de contar com a participação da Escola no desenvolvimento de pesquisas que apoiem a política e o plano de inclusão digital do MS, como também, outros trabalhos no campo da gestão participativa.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Convite
A Rede Paulista de Controle Social da Tuberculose encaminha convite para Oficina de Controle da Tuberculose.
Oficina de sensibilização e mobilização de Lideranças da Sociedade Civil, para integrar a comunidade aos serviços de saúde, buscando implementar ações de controle da coinfecção TB/HIV.
A Fundação Ataulpho de Paiva providenciará a alimentação e auxílio deslocamento para as Lideranças da Sociedade Civil, que tiverem o cumprimento da carga horária estabelecida.
Local - HOTEL BRASTON SÃO PAULO
Martins Fontes, 330. Consolação - São Paulo/ SP
Dia 29/04/2011- Horário- 8h30 – 17 h
Obs. A participação é em horário integral.
Organização: Projeto Fundo Global TB/BR e CMFG-SP - Comitê Metropolitano do Projeto do Fundo Global- SP
Favor enviar: Nome, RG, Organização Social da qual participa, cargo ou função e contatos: email e telefone para cmfg-sp@gmail.com, tbeventos@cve.sp.gov.br
--
-----------------------------------------------------------------------
" EM 2002 A ESPERANÇA VENCEU O MEDO "
" EM 2010 A VERDADE VENCEU A MENTIRA "
VENCEMOS É DILMA PRESIDENTE !!!!!
-- ----- ----- --- --- --- --- --- --- --- -- --- -- --- -- --- -- ---
'Do rio que tudo arrasta, diz-se que é violento. Mas ninguém chama violentas às margens que o comprimem.'
Bertold Brecht
"Temos o direito a ser iguais quando a nossa diferença nos inferioriza; e temos o direito a ser diferentes quando a nossa igualdade nos descaracteriza. Daí a necessidade de uma igualdade que reconheça as diferenças e de uma diferença que não produza, alimente ou reproduza as desigualdades" .
Boaventura de Souza Santos
VIDA LONGA AOS QUE LUTAM !
"Tarcisio Geraldo"
11 9164-5404 Oi
11 6839-7326 TIM
Oficina de sensibilização e mobilização de Lideranças da Sociedade Civil, para integrar a comunidade aos serviços de saúde, buscando implementar ações de controle da coinfecção TB/HIV.
A Fundação Ataulpho de Paiva providenciará a alimentação e auxílio deslocamento para as Lideranças da Sociedade Civil, que tiverem o cumprimento da carga horária estabelecida.
Local - HOTEL BRASTON SÃO PAULO
Martins Fontes, 330. Consolação - São Paulo/ SP
Dia 29/04/2011- Horário- 8h30 – 17 h
Obs. A participação é em horário integral.
Organização: Projeto Fundo Global TB/BR e CMFG-SP - Comitê Metropolitano do Projeto do Fundo Global- SP
Favor enviar: Nome, RG, Organização Social da qual participa, cargo ou função e contatos: email e telefone para cmfg-sp@gmail.com, tbeventos@cve.sp.gov.br
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" EM 2002 A ESPERANÇA VENCEU O MEDO "
" EM 2010 A VERDADE VENCEU A MENTIRA "
VENCEMOS É DILMA PRESIDENTE !!!!!
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'Do rio que tudo arrasta, diz-se que é violento. Mas ninguém chama violentas às margens que o comprimem.'
Bertold Brecht
"Temos o direito a ser iguais quando a nossa diferença nos inferioriza; e temos o direito a ser diferentes quando a nossa igualdade nos descaracteriza. Daí a necessidade de uma igualdade que reconheça as diferenças e de uma diferença que não produza, alimente ou reproduza as desigualdades" .
Boaventura de Souza Santos
VIDA LONGA AOS QUE LUTAM !
"Tarcisio Geraldo"
11 9164-5404 Oi
11 6839-7326 TIM
quarta-feira, 27 de abril de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
PÁSCOA INTER-RELIGIOSA NO IBGE DO RS
"Nossa missão: Retratar o Brasil com informações necessárias ao conhecimento de sua realidade e ao exercício da cidadania"
Na manhã do dia 20 de abril de 2011, no Auditório da Unidade Estadual do IBGE do Rio Grande do Sul, foi realizada a Cerimônia Inter-religiosa em celebração à Páscoa. Contamos com a presença de representantes de três correntes espirituais: Católica, Evangélica Luterana e de Matriz Africana.
O evento foi iniciado com a apresentação do Coral Conta e Canta o Brasil, do IBGE do RS. O grupo apresentou, ao longo da celebração, as músicas Magnificat, Amor Amor, Aleluia, Laude Pueri Dominum e Yonder Come Day.
A seguir, o Pastor Eloir Weber, da Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil apresentou uma reflexão sobre as armadilhas que a vida nos apresenta, e que podemos contar sempre com a misericórdia de Deus para nos ajudar a sair de tantas atribulações.
O segundo a se apresentar foi o Baba Xandeco de Xangô, da comunidade de Matriz Africana, que falou sobre o egoísmo e a ganância que imperam na nossa sociedade, e que a Páscoa, como momento de reflexão e transformação, deve nos tornar pessoas melhores durante todos os momentos, e não apenas na época de Páscoa.
Por fim, falou o Diácono Carlos Prieto, representando a Igreja Católica, refletindo sobre a relação de tolerância entre as diversas religiões, e lembrando que a abstinência praticada pelo cristão durante a Quaresma deve ter um significado, uma reflexão, buscando uma melhora espiritual, ou este voto não tem valor.
Ao final do Evento, a servidora Marli, coordenadora do Projeto Qualidade de Vida - PQV, convidou a todos para rezar de mãos dadas o Pai Nosso. Na saída, foi servido pão e suco de uva aos presentes, em alusão ao pão e vinho da Santa Ceia celebrada por Cristo na Páscoa.
Da esquerda para a direita, na mesa: Diácono
Carlos Prieto, Pastor Eloir Weber e Baba Xandeco de
Xangô. Em pé, à direita, Marli Aquino, Coordenadora do
PQV-RS
O Coral do IBGE/RS - Conta e Canta o Brasil
apresentou 5 músicas alusivas à Páscoa
Na entrada do auditório, estavam expostos
produtos confeccionados pelo Grupo de Geração
de Renda com a temática de Páscoa.
A capacidade de despertar a curiosidade é a premissa de toda criação, seja na arte ou na ciência.
Erich Fromm
Atenciosamente,
Guilherme Grava Ferreira
UE/RS GRH-SAE
51 3778-5142
guilherme.ferreira@ibge.gov.br
Nossa Missão: "Retratar o Brasil com informações necessárias ao conhecimento de sua realidade e ao exercício da cidadania."
Na manhã do dia 20 de abril de 2011, no Auditório da Unidade Estadual do IBGE do Rio Grande do Sul, foi realizada a Cerimônia Inter-religiosa em celebração à Páscoa. Contamos com a presença de representantes de três correntes espirituais: Católica, Evangélica Luterana e de Matriz Africana.
O evento foi iniciado com a apresentação do Coral Conta e Canta o Brasil, do IBGE do RS. O grupo apresentou, ao longo da celebração, as músicas Magnificat, Amor Amor, Aleluia, Laude Pueri Dominum e Yonder Come Day.
A seguir, o Pastor Eloir Weber, da Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil apresentou uma reflexão sobre as armadilhas que a vida nos apresenta, e que podemos contar sempre com a misericórdia de Deus para nos ajudar a sair de tantas atribulações.
O segundo a se apresentar foi o Baba Xandeco de Xangô, da comunidade de Matriz Africana, que falou sobre o egoísmo e a ganância que imperam na nossa sociedade, e que a Páscoa, como momento de reflexão e transformação, deve nos tornar pessoas melhores durante todos os momentos, e não apenas na época de Páscoa.
Por fim, falou o Diácono Carlos Prieto, representando a Igreja Católica, refletindo sobre a relação de tolerância entre as diversas religiões, e lembrando que a abstinência praticada pelo cristão durante a Quaresma deve ter um significado, uma reflexão, buscando uma melhora espiritual, ou este voto não tem valor.
Ao final do Evento, a servidora Marli, coordenadora do Projeto Qualidade de Vida - PQV, convidou a todos para rezar de mãos dadas o Pai Nosso. Na saída, foi servido pão e suco de uva aos presentes, em alusão ao pão e vinho da Santa Ceia celebrada por Cristo na Páscoa.
Da esquerda para a direita, na mesa: Diácono
Carlos Prieto, Pastor Eloir Weber e Baba Xandeco de
Xangô. Em pé, à direita, Marli Aquino, Coordenadora do
PQV-RS
O Coral do IBGE/RS - Conta e Canta o Brasil
apresentou 5 músicas alusivas à Páscoa
Na entrada do auditório, estavam expostos
produtos confeccionados pelo Grupo de Geração
de Renda com a temática de Páscoa.
A capacidade de despertar a curiosidade é a premissa de toda criação, seja na arte ou na ciência.
Erich Fromm
Atenciosamente,
Guilherme Grava Ferreira
UE/RS GRH-SAE
51 3778-5142
guilherme.ferreira@ibge.gov.br
Nossa Missão: "Retratar o Brasil com informações necessárias ao conhecimento de sua realidade e ao exercício da cidadania."
Massacre no Rio
Paiva Netto
Estamos todos consternados com o cruel assassinato de 12 crianças (10 meninas e 2 meninos, com idades entre 12 e 15 anos), da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro/RJ, na quinta-feira, 7/4. Outras foram feridas, algumas gravemente. (Até o fechamento desta coluna, nenhuma morte mais ocorrera entre os jovenzinhos hospitalizados.) O causador dessa tragédia, Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, que, segundo a Polícia Militar, era ex-aluno, suicidou-se após o atentado.
As crianças e os jovens merecem total proteção. A escola é um segundo lar para eles, espaço que deveria ser visto como sagrado, onde o bullying e outros problemas não mais poderiam existir.
A minha solidariedade aos familiares das vítimas e aos feridos nesse lamentável drama. Um episódio que requer também apoio psicológico aos estudantes, professores e funcionários dessa unidade de ensino. As escolas, em geral, igualmente precisarão de maior preparo para prevenir eventos como esse.
Garantia urgente
Diante do ocorrido, muitas questões serão revisitadas e levantadas acerca da barbárie que segue crescendo. Porém, as análises serão realmente funcionais, isto é, auxiliarão melhor os poderes constituídos e a sociedade civil, se observarmos pela perspectiva de que a violência está fugindo ao nosso controle. Na atualidade, se faz mais presente em atos preconceituosos contra minorias, contra gays, negros, mulheres, no esporte, nas religiões, no trânsito, no seio familiar; enfim, no íntimo de cada criatura. Já não são mais atos isolados.
Em “Somos todos Profetas”, publicado pela Editora Elevação (1999), eu já comentava que atrocidades poderiam vir a ser uma constante em nossas vidas. Basta abrir os jornais, as revistas, ver televisão, ouvir rádio, sair às ruas. É o reino da brutalidade a que estamos assistindo a todo momento, em que ninguém tem mais garantia. Tantos se cercam de grades fortes, mas os assaltos prosseguem, os assassinatos multiplicam-se. Tudo continua incerto. Por quê?! Porque não adiantam altos muros pretensamente intransponíveis para nos proteger da terrível coação que vem de fora, visto que o perigo pode encontrar-se dentro de nossas paredes, porquanto está havendo uma implosão dos lares com a desagregação da família, que, com urgência, precisa de amparo espiritual. Agora, como nunca, é flagrante a veracidade desta afirmativa de Alziro Zarur (1914-1979), sobre a qual devemos constantemente refletir: “Não há segurança fora de Deus”.
Suplantar a dor
Aos que porventura acreditem que não seja possível modificar esse status quo, peço que não duvidem de nossa capacidade, como Seres Humanos e Espirituais, de superar o mal, tido hoje por alguns como invencível. Temos muito mais aptidão para sobrepujar problemas, por maiores que os julguemos. Diante disso, se as dificuldades são imensas, superiores serão os nossos talentos para suplantá-las. Se é árduo erigirmos a verdadeira Sociedade Solidária Altruística Ecumênica, então comecemos ontem!
José de Paiva Netto é jornalista, radialista e escritor.
paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com
Estamos todos consternados com o cruel assassinato de 12 crianças (10 meninas e 2 meninos, com idades entre 12 e 15 anos), da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro/RJ, na quinta-feira, 7/4. Outras foram feridas, algumas gravemente. (Até o fechamento desta coluna, nenhuma morte mais ocorrera entre os jovenzinhos hospitalizados.) O causador dessa tragédia, Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, que, segundo a Polícia Militar, era ex-aluno, suicidou-se após o atentado.
As crianças e os jovens merecem total proteção. A escola é um segundo lar para eles, espaço que deveria ser visto como sagrado, onde o bullying e outros problemas não mais poderiam existir.
A minha solidariedade aos familiares das vítimas e aos feridos nesse lamentável drama. Um episódio que requer também apoio psicológico aos estudantes, professores e funcionários dessa unidade de ensino. As escolas, em geral, igualmente precisarão de maior preparo para prevenir eventos como esse.
Garantia urgente
Diante do ocorrido, muitas questões serão revisitadas e levantadas acerca da barbárie que segue crescendo. Porém, as análises serão realmente funcionais, isto é, auxiliarão melhor os poderes constituídos e a sociedade civil, se observarmos pela perspectiva de que a violência está fugindo ao nosso controle. Na atualidade, se faz mais presente em atos preconceituosos contra minorias, contra gays, negros, mulheres, no esporte, nas religiões, no trânsito, no seio familiar; enfim, no íntimo de cada criatura. Já não são mais atos isolados.
Em “Somos todos Profetas”, publicado pela Editora Elevação (1999), eu já comentava que atrocidades poderiam vir a ser uma constante em nossas vidas. Basta abrir os jornais, as revistas, ver televisão, ouvir rádio, sair às ruas. É o reino da brutalidade a que estamos assistindo a todo momento, em que ninguém tem mais garantia. Tantos se cercam de grades fortes, mas os assaltos prosseguem, os assassinatos multiplicam-se. Tudo continua incerto. Por quê?! Porque não adiantam altos muros pretensamente intransponíveis para nos proteger da terrível coação que vem de fora, visto que o perigo pode encontrar-se dentro de nossas paredes, porquanto está havendo uma implosão dos lares com a desagregação da família, que, com urgência, precisa de amparo espiritual. Agora, como nunca, é flagrante a veracidade desta afirmativa de Alziro Zarur (1914-1979), sobre a qual devemos constantemente refletir: “Não há segurança fora de Deus”.
Suplantar a dor
Aos que porventura acreditem que não seja possível modificar esse status quo, peço que não duvidem de nossa capacidade, como Seres Humanos e Espirituais, de superar o mal, tido hoje por alguns como invencível. Temos muito mais aptidão para sobrepujar problemas, por maiores que os julguemos. Diante disso, se as dificuldades são imensas, superiores serão os nossos talentos para suplantá-las. Se é árduo erigirmos a verdadeira Sociedade Solidária Altruística Ecumênica, então comecemos ontem!
José de Paiva Netto é jornalista, radialista e escritor.
paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Falta de médico é o maior problema do SUS, diz Ipea Essa questão foi apontada por 58,1% dos entrevistados.
São Paulo, 09 de Fevereiro de 2011
WLADIMIR D'ANDRADE
O maior problema do Sistema Único de Saúde (SUS) é a falta de médicos, de acordo com a pesquisa Sistema de Indicadores de Percepção Social (SIPS), divulgada nesta quarta-feira (8) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Essa questão foi apontada por 58,1% dos entrevistados. Em segundo lugar ficou a "demora para ser atendido nos centros de saúde ou nos hospitais da rede pública" (35,4%), seguido por "demora para conseguir uma consulta com especialista" (33,8%).
Os dados, de acordo com o Ipea, indicam que a população quer acesso "mais fácil, rápido e oportuno" à rede pública de saúde.
A demora para o atendimento em serviços de urgência e o período de espera para uma consulta médica, além da necessidade de contratação de mais especialistas, foram os itens mais sugeridos pelos entrevistados para a qualificação do SUS.
O levantamento revela que a rapidez no atendimento é citada como a maior motivação para a busca pelos planos de saúde.
Para três tipos de serviço específicos - atendimento por especialistas, de urgência e emergência e centros e/ou postos de saúde - "aumentar o número de médicos" foi a sugestão mais mencionada, seguida pela redução do tempo de espera para uma consulta.
"O aumento do número de médicos pode ser entendido pela população como uma solução para os problemas que vivencia, quando, na busca de serviços no SUS, ocorre demora para atendimento ou existe a necessidade de se chegar muito cedo ao local para conseguir marcar uma consulta ou utilizar outro tipo de serviço de saúde", diz o estudo.
No caso dos serviços prestados por médicos especialistas, 37,3% sugerem aumentar o número de profissionais no SUS e 34,1% falam em reduzir o tempo de espera entre o agendamento e a consulta.
Para serviços de urgência e emergência, 33% propõem aumentar o número de médicos e 32% mencionam a diminuição no tempo de atendimento. No caso dos centros e postos de saúde, aumentar número de especialistas foi citado por 47% e tempo de atendimento, por 15,5%.
Quem tenta driblar o tempo de espera e recorre aos planos de saúde se depara com o preço da mensalidade, que foi apontado por 39,8% dos usuários consultados como o principal problema da rede suplementar.
As entrevistas foram feitas no período de 3 a 19 de novembro do ano passado. O questionário foi aplicado a 2.773 residentes em domicílios particulares em todos os Estados do País.
A amostragem considerou sexo, faixa etária, faixas de renda e escolaridade de acordo com cada região.
domingo, 3 de abril de 2011
CHEGOU ANTES DO QUE SE IMAGINAVA
O Fórum em Defesa do Código Florestal, que reúne entidades ambientais,
sociais e sindicais, vem a público manifestar sua posição:
Sim, é verdade. O caos ambiental,
previsto para algumas décadas à frente,
chegou mais cedo do que se pensava.
Como se fosse título de filme, O
FUTURO É HOJE. Apenas no Japão, tão
distante de nós, onde o desastre se estendeu
para a área nuclear? Não, não
só lá. Aqui também temos uma possível
tragédia anunciada. O número de
usinas nucleares não para de crescer:
Angra 1, Angra 2, Angra 3 e mais quatro
planejadas pelo governo. E o que
diz a Comissão Nacional de Energia
Nuclear? Que é cedo para recuar...
Mudança no estilo de vida, uso de energias
alternativas não passariam de devaneios
dos sonhadores ambientalistas.
E, entretanto, o Brasil é um país solar.
Mas o MERCADO é cego para isto:
energia tem que dar lucro, mesmo que
seja para destruir; o transporte tem
que ser individual e poluente. Bicicleta?
Nem pensar...
Por que não se pensa em produzir
energia de fontes realmente muito mais
limpas, neste País tropical, como a
eólica e a solar, que já abastecem, em
países da Europa, o equivalente a quase
40% da energia gerada aqui no Brasil?
Por que seguimos investindo em fontes
poluentes como as nucleares, as
térmicas a carvão e as hidrelétricas
(que liberam gases de efeito estufa) e
desalojam ribeirinhos para garantir
mais energia para exportação maciça
de matéria prima (alumínio, ferro, cimento,
celulose)?
E o que dizer da contaminação da
nossa água, num país campeão de uso
de venenos agrícolas? Como se isto não
fosse suficiente, os MERCADORES dos
nossos recursos hídricos começam a se
organizar para privatizar um dos nossos
bens mais preciosos: a água. Eles contam
para isto com o Aqüífero Guarani,
ignorando também as grandes extensões
de plantio de pinus e eucaliptos,
assentadas sobre o aqüífero, contaminando
e sugando as suas águas.
A ideia do PARAÍSO TROPICAL vem
se desmanchando dia a dia, como se
desmancham os topos dos nossos morros,
arrastando consigo milhares de
vida: Rio de Janeiro, Paraná, Santa
Catarina, São Lourenço...
Os constantes alertas dos ambientalistas;
as cenas catastróficas que já
viraram cenários diários nas TVs; secas;
desmatamentos; enchentes; desmoronamentos
de cidades; o luto coletivo,
nada. Nada tem conseguido barrar os
destruidores do meio-ambiente: os permissivos
donos do poder e os gananciosos
donos do dinheiro. Ganância e poder
andam juntos: aliança imbatível?
Mas, ainda pode piorar. Não satisfeitos
com este cenário devastador,
ELES propõem alterações naquele que
é a espinha dorsal da nossa legislação
ambiental: o Código Florestal Brasileiro
(CFB), de onde vem a proteção das
nossas florestas, da nossa água, dos
nossos morros, da nossa biodiversidade
enfim, das nossas riquezas naturais,
patrimônio genético e cultural da nação
brasileira.
Contrariando todos estes princípios,
o projeto de alteração do CFB, cujo
relator é o Dep. Aldo Rebelo (PCdoB),
aumentará os riscos de desmatamento,
secas, fome, enchentes, desmoronamentos,
para garantir a paisagem
desértica das monoculturas da
acumulação. Então, por que esta insistência
em alterar rapidamente o Código?
Quais os interesses que movem os
defensores destas alterações?
Talvez o site do TSE nos dê uma boa
pista: encontra-se ali uma lista de grandes
empresas estrangeiras, principalmente
de celulose, mineração, venenos
agrícolas, transgenia e produtoras
de grãos, entre outras, que financiam
as milionárias campanhas eleitorais de
boa parte dos nossos parlamentares ligados
ao setor degradador do meio
ambiente, que agem como se fossem
os seus representantes. Essas empre
sas, ligadas ao agronegócio, buscam
ampliar as suas áreas de plantio em
nosso território, aumentando as exportações
e, consequentemente, os seus
lucros, afrontando nossa soberania alimentar.
Entendemos que defender o CFB, atualmente
em vigor, é defender as nossas
riquezas naturais, a nossa soberania, o
nosso meio ambiente, fonte de trabalho
e de sobrevivência, tanto para a população
do campo quanto para a cidade.
Mas qual a relação disso
tudo com a Copa de 2014?
Bom, talvez possamos chamar este
evento como a “Copa-Business 2014”.
Por coincidência, muitas empreiteiras
que degradam a natureza, em obras
faraônicas, e financiam os parlamentares
- seus representantes - estão fazendo
parte deste jogo. E o pior é que
a maior parte da população potencialmente
atingida por estes empreendimentos
será representada pelos mais
pobres, obrigados a um desalojamento
em massa, para as áreas periféricas
das cidades. E, mais uma vez, para levar
adiante os grandes empreendimentos
do capital degradador, encurtando
ainda mais os prazos para as licençasambientais, e criando uma LEGISLAÇÃO
DE EXCEÇÃO para derrubar a proteção
ambiental e escantear, para bem longe,
os mais pobres.
Cabe aos movimentos sociais o papel
de avaliar as investidas daqueles que
querem se locupletar com a expansão
insustentável de atividades que degradam
a natureza. Os mesmos responsáveis
pela crise ecológica grave porque
passa o Brasil e o Mundo. Vamos defender
o Código Florestal, contra a proposta
que anistia os desmatadores e
garanta as conquistas de proteção da
nossa biodiversidade, pois sem formas
mais inteligentes de convívio com a
natureza, estaremos comprometendo
ainda mais a Vida neste Planeta.
Porto Alegre, 25 de Março de 2011
Fórum em Defesa do Código Florestal
terça-feira, 29 de março de 2011
II ENCONTRO DO MOVIMENTO POPULAR DE SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
PROGRAMAÇÃO
Terça Feira 30 de Novembro de 2010.
08h30min Credenciamento
09h00min Solenidade de Abertura- Com Toque de Tambor
09h15min Mesa de Abertura
Coordenação: Maria Geneci Silveira-
MOPS Nacional-Coordenador Região Sul Livaldo Bento
MOPS RS-Coordenador Baba Xandeco de Xangô
Prefeitura Municipal de Porto Alegre-Gabinete Povo Negro Clovis André Silva da Silva
ANVISA DF - Ouvidoria –Aparecida de Fátima Furlanes Veludo
FUNASA/IBFAN - Enfermeira Celina Valderez Feijó Kohler
Rede Nacional Religiões Afro e Saúde-Baba Diba de Yemonjá
Fórum de Religiosos de Matriz Africana-FORMA - Iya Vera Soares de Oyá Laja
Fórum de Religiosos de Matriz Africana de Alvorada RS- Baba Paulinho de Oxum
Representante da Homeobras- homeopata Rudmar Mendes Moscarelli
Secretaria Estadual de Saúde - Cleci de Souza Lima Martins
Prefeitura Municipal de Canoas RS- Secretaria da Saúde - Elisabeth Combo
Prefeitura Municipal de Alvorada RS-Espaço Diversidade- Professora Maria de Lourdes Santos da Silva
Programa Municipal Controle Tuberculose de Viamão RS – Coordenadora Márcia Lucas
Programa de Redução de Danos da Prefeitura Municipal de Porto Alegre - Mário Jeferson Pinheiro
CONSEA-Presidenta Regina Miranda
IBGE- Recursos Humanos Marli Aquino
Segurança Pública do Município de Viamão - Delegado Cleiton Freitas
Grupo Hospitalar Conceição-CEPPIR GHC- Renata Rodrigues Lopes
Grupo LGBT Igualdade - Luiza Stern
Grupo Somos- Gustavo Bernardes
Organização de Mulheres Negras - Maria Mulher-Diretora Executiva - Maria Conceição Lopes Fontoura
CEDRAB-Iyá Norinha de Oxalá Orunmyla
Representante das Comunidades Tradicionais Quilombolas-Presidente Quilombo do Areal Alexandre Ribeiro
Representante do Movimento Negro do RS- Educador Popular Clauber Fonseca da Silva
10h00min Intervalo: Chá com Ervas Medicinais, Suco Natural e Atã
10h30min Oficina ANVISA- Visa Mobiliza –
Aparecida de Fátima Funardes Veludo
11h00min Debates
11h30min- Roda de Conversa
Temário: Gestão Pública em Saúde – Direitos e Deveres:
Ações de Fortalecimento e Vínculos entre Usuários, Trabalhadores, Gestores e Movimentos Sociais
Coordenadora: Dorislaine Rodrigues de Oliveira - CEPPIR GHC Apresentação de Trabalho: Saúde da População Negra: Humanização no Tratamento a Anemia Falciforme – Bioquímica Mara Lane Zardin Coordenadora Comitê Técnico Saúde População Negra Grupo Hospitalar Conceição
Apresentação de Trabalho: Mortalidade Infantil, Aleitamento materno e Humanização do Parto- Enfermeira Celina Valderez Feijó Kohler-Coordenação Regional da Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul.
Apresentação de Trabalho: Unidade Básica de Saúde 7 e o acolhimento aos Usuários do SUS - Epidemiologista Luiz Alberto Senff - Baba Betinho de Yemanjá
12h00min Debates
12h30min Visita - almoço ao Quilombo Urbano Areal da Baronesa
14h00min Homenagem à Escritora Afro –Brasileira Maria Helena Vargas da Silveira-
Professora Franquilina Marques Cardos- Rede de Empreendedores Sociais.
Recital Poético
14h30min Retorno ao Auditório da FUNASA
14h40min Movimentos Sociais Direitos e Deveres: Política Nacional de Educação Popular e Saúde e Acessibilidade
Coordenadora: Maria Teresinha Santos Dias- Comitê Metropolitano de Tuberculose de Porto Alegre
Apresentação Trabalho: Trajetória e Perspectivas do MOPS – Livaldo Bento Coordenador Mops Região Sul e Secretário Executivo Nacional
Apresentação de Trabalho: Inclusão Sócio Educativa e acessibilidade a Educação – Psico-Pedagoga
Enilza Pereira Garcia - Coordenadora do Curso Pré Vestibular Zumbi dos Palmares
Trabalho: Estratégias na Garantia de Direitos a Saúde e Educação nas Comunidades Remanescentes de Quilombo no RS - com Dr. Advogado Onir Araújo – Movimento Negro Unificado - MNU
15h00min Debates
15h30min Intervalo: Chá com Ervas Medicinais - Suco Natural e Atã
16h00min Comunidades Tradicionais e Tratamentos complementares: Ações Integrativas na Saúde
Coordenadora: Sandra Li- Psicóloga e Ativista Movimento Negro Cidade Pelotas RS
Apresentação de Trabalho: Homeopatia no tratamento complementar às Drogas-Rudmar Mendes Moscarelli
Apresentação de Trabalho: Álcool e Drogas sofrimento Psíquico e Superação: Luiz Candido Rasquinha - Gato Preto - CEPPIR GHC
Apresentação de trabalho: Fitoterapia nos terreiros e a legitimidade do Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos: Iyá Dê de Ogun Onirê e Baba Xandeco de Xangô
Apresentação de trabalho: Naturopatia e saúde: Olhar de Inclusão – Terapeuta Naturopata Adilson Machado
Apresentação trabalho: Que Saúde Queremos Para os Nossos Terreiros
Mãe Nara de Xapanã-Cidade de Pelotas RS
Oralidade Ancestral Afro-indigenista: Com Benzedeira Comunitária Claudia Nascente de Yansã
17h00min Debates
17h30min Mesa Encerramento
Coordenação: Baba Xandeco de Xangô
Clauber Fonseca da Silva
Ya De do Ogum
Bibi de Oxum
Marli Aquino
Enfermeira Celina Valderez Feijó Kohler
Livaldo Bento
Alessandro Monte
18h00min Encerramento- Toque de Tambor/Grupo de Dança Afro das Crianças da Associação Clara Nunes.
Local: Auditório da FUNASA - Avenida Borges de Medeiros, 536-12º Andar – Edifício Brasiliano de Moraes-
Centro Porto Alegre - RS.
Contato: mops.riograndedosul@gmail.com fone: 51-33. 52.18.76
PROGRAMAÇÃO
Terça Feira 30 de Novembro de 2010.
08h30min Credenciamento
09h00min Solenidade de Abertura- Com Toque de Tambor
09h15min Mesa de Abertura
Coordenação: Maria Geneci Silveira-
MOPS Nacional-Coordenador Região Sul Livaldo Bento
MOPS RS-Coordenador Baba Xandeco de Xangô
Prefeitura Municipal de Porto Alegre-Gabinete Povo Negro Clovis André Silva da Silva
ANVISA DF - Ouvidoria –Aparecida de Fátima Furlanes Veludo
FUNASA/IBFAN - Enfermeira Celina Valderez Feijó Kohler
Rede Nacional Religiões Afro e Saúde-Baba Diba de Yemonjá
Fórum de Religiosos de Matriz Africana-FORMA - Iya Vera Soares de Oyá Laja
Fórum de Religiosos de Matriz Africana de Alvorada RS- Baba Paulinho de Oxum
Representante da Homeobras- homeopata Rudmar Mendes Moscarelli
Secretaria Estadual de Saúde - Cleci de Souza Lima Martins
Prefeitura Municipal de Canoas RS- Secretaria da Saúde - Elisabeth Combo
Prefeitura Municipal de Alvorada RS-Espaço Diversidade- Professora Maria de Lourdes Santos da Silva
Programa Municipal Controle Tuberculose de Viamão RS – Coordenadora Márcia Lucas
Programa de Redução de Danos da Prefeitura Municipal de Porto Alegre - Mário Jeferson Pinheiro
CONSEA-Presidenta Regina Miranda
IBGE- Recursos Humanos Marli Aquino
Segurança Pública do Município de Viamão - Delegado Cleiton Freitas
Grupo Hospitalar Conceição-CEPPIR GHC- Renata Rodrigues Lopes
Grupo LGBT Igualdade - Luiza Stern
Grupo Somos- Gustavo Bernardes
Organização de Mulheres Negras - Maria Mulher-Diretora Executiva - Maria Conceição Lopes Fontoura
CEDRAB-Iyá Norinha de Oxalá Orunmyla
Representante das Comunidades Tradicionais Quilombolas-Presidente Quilombo do Areal Alexandre Ribeiro
Representante do Movimento Negro do RS- Educador Popular Clauber Fonseca da Silva
10h00min Intervalo: Chá com Ervas Medicinais, Suco Natural e Atã
10h30min Oficina ANVISA- Visa Mobiliza –
Aparecida de Fátima Funardes Veludo
11h00min Debates
11h30min- Roda de Conversa
Temário: Gestão Pública em Saúde – Direitos e Deveres:
Ações de Fortalecimento e Vínculos entre Usuários, Trabalhadores, Gestores e Movimentos Sociais
Coordenadora: Dorislaine Rodrigues de Oliveira - CEPPIR GHC Apresentação de Trabalho: Saúde da População Negra: Humanização no Tratamento a Anemia Falciforme – Bioquímica Mara Lane Zardin Coordenadora Comitê Técnico Saúde População Negra Grupo Hospitalar Conceição
Apresentação de Trabalho: Mortalidade Infantil, Aleitamento materno e Humanização do Parto- Enfermeira Celina Valderez Feijó Kohler-Coordenação Regional da Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul.
Apresentação de Trabalho: Unidade Básica de Saúde 7 e o acolhimento aos Usuários do SUS - Epidemiologista Luiz Alberto Senff - Baba Betinho de Yemanjá
12h00min Debates
12h30min Visita - almoço ao Quilombo Urbano Areal da Baronesa
14h00min Homenagem à Escritora Afro –Brasileira Maria Helena Vargas da Silveira-
Professora Franquilina Marques Cardos- Rede de Empreendedores Sociais.
Recital Poético
14h30min Retorno ao Auditório da FUNASA
14h40min Movimentos Sociais Direitos e Deveres: Política Nacional de Educação Popular e Saúde e Acessibilidade
Coordenadora: Maria Teresinha Santos Dias- Comitê Metropolitano de Tuberculose de Porto Alegre
Apresentação Trabalho: Trajetória e Perspectivas do MOPS – Livaldo Bento Coordenador Mops Região Sul e Secretário Executivo Nacional
Apresentação de Trabalho: Inclusão Sócio Educativa e acessibilidade a Educação – Psico-Pedagoga
Enilza Pereira Garcia - Coordenadora do Curso Pré Vestibular Zumbi dos Palmares
Trabalho: Estratégias na Garantia de Direitos a Saúde e Educação nas Comunidades Remanescentes de Quilombo no RS - com Dr. Advogado Onir Araújo – Movimento Negro Unificado - MNU
15h00min Debates
15h30min Intervalo: Chá com Ervas Medicinais - Suco Natural e Atã
16h00min Comunidades Tradicionais e Tratamentos complementares: Ações Integrativas na Saúde
Coordenadora: Sandra Li- Psicóloga e Ativista Movimento Negro Cidade Pelotas RS
Apresentação de Trabalho: Homeopatia no tratamento complementar às Drogas-Rudmar Mendes Moscarelli
Apresentação de Trabalho: Álcool e Drogas sofrimento Psíquico e Superação: Luiz Candido Rasquinha - Gato Preto - CEPPIR GHC
Apresentação de trabalho: Fitoterapia nos terreiros e a legitimidade do Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos: Iyá Dê de Ogun Onirê e Baba Xandeco de Xangô
Apresentação de trabalho: Naturopatia e saúde: Olhar de Inclusão – Terapeuta Naturopata Adilson Machado
Apresentação trabalho: Que Saúde Queremos Para os Nossos Terreiros
Mãe Nara de Xapanã-Cidade de Pelotas RS
Oralidade Ancestral Afro-indigenista: Com Benzedeira Comunitária Claudia Nascente de Yansã
17h00min Debates
17h30min Mesa Encerramento
Coordenação: Baba Xandeco de Xangô
Clauber Fonseca da Silva
Ya De do Ogum
Bibi de Oxum
Marli Aquino
Enfermeira Celina Valderez Feijó Kohler
Livaldo Bento
Alessandro Monte
18h00min Encerramento- Toque de Tambor/Grupo de Dança Afro das Crianças da Associação Clara Nunes.
Local: Auditório da FUNASA - Avenida Borges de Medeiros, 536-12º Andar – Edifício Brasiliano de Moraes-
Centro Porto Alegre - RS.
Contato: mops.riograndedosul@gmail.com fone: 51-33. 52.18.76
domingo, 27 de março de 2011
sábado, 26 de março de 2011
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
MOPS RS REALIZOU GRANDE ENCONTRO NA FUNASA
Mais de duzentas pessoas passaram pelo encontro.
O idioma yorubá, entoado por Baba Xandeco de Xangô (coordenador do Mops RS), com reza aos Orixás pedindo proteção e saúde aos participantes do II Encontro do Movimento Popular de Saúde do RS, foi acompanhado pelo coral de crianças do terreiro de Umbanda Acássia de Oxalá e Yemanja, da Vila Mapa, coordenado por Mãe Fátima de Yemanjá. O ato de fé e espiritualidade fez todos entrar num ambiente acolhedor e humanístico com características de terreiro que acolhe a todos sem discriminações.
Projeto Visa Mobiliza e Dados do Ministério da Saúde surpreendem o público do Encontro
A saúde da população brasileira, teve nas mesas propostas, um diálogo com gestores, profissionais de saúde, usuários e representantes de movimentos sociais que levantaram questões sobre saúde da população negra, doenças causadas pelo racismo, uso de fitoterápicos, humanização, transversalidade, equidade do SUS, e multiplicadores de ações do projeto Visa Mobiliza. Dados do Ministério da Saúde, e do último Censo do IBGE surpreendeu negativamente a todos quanto à saúde da população negra, onde os negros continuam sem acesso aos bens básicos, consequentemente, nas piores condições de vida no Brasil. A Bioquímica Mara Lane Zardin, do Hospital Conceição trouxe estes dados e informou que quando os médicos referem-se nos procedimentos cirúrgicos que ‘’por dentro é tudo igual, ela lembra que não é bem assim, que existe especificidades nas doenças que acomentem a população negra, e devem ser estudadas e tratadas e serem direcionadas políticas específicas para esta populacão’ explica Mara que pelo impacto negativo nos seus metabolismos, durante a travessia transatlântica, os negros sofreram os horrores dos navios tumbeiros e os choques térmicos acamaram por ocassionar mutações genéticas e doenças hereditárias nos negros.
Foto:Bioquímica Mara Lane do GHC
O Encontro teve como encaminhamento a multiplicação de ações no MOPS com criações de núcleos do movimento nas cidades do interior gaucho, além de preparação de um projeto que possa contemplar com políticas públicas equitativas, visando um processo de acessibilidade do povo negro. Um recital poético em homenagem a Escritora Gaucha Helena do Sul, mais conhecida como Maria Helena Vargas da Silveira foi realizado.
MOPS REÚNE LIDERANÇAS DO ESTADO DO RS, AMAPÁ E BRASÍLIA
Representando o MOPS NACIONAL, veio do Amapá o jornalista Dércio Damasceno, Maria Aparecida Furlanes Veludo, de Brasília-ANVISA Nacional apresentando o Projeto Visa Mobiliza. O Evento teve apoio da Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul, representada por Cleci de Souza Lima Martins, da Secretaria Municipal de Saúde de Viamão/RS-Márcia Luca, Prefeitura Municipal de Alvorada- Maria de Lourdes Santos da Silva, Secretaria Municipal de Saúde de Canoas/RS representada por Adriana Bandeira, representando a cidade de Pelotas veio a YalorixáNara de Xapanã, Representando o Coletivo de Mulheres Lésbicas, apresentou-se a Yalorixá Claudete de Sapatá da cidade de Alvorada/RS. Este evento teve a cobertura completa do Jornal Estrela do Oriente, com a presença da DiretoraLisete Silveira-Zezé, que apóia iniciativas come esta.
Compareceram também a Presidenta do CONSEA RS-Regina Miranda, representante do IBGE Marli Aquino, Segurança Pública do Município de Viamão – Delegado de Policia Cleiton Freitas, Grupo Hospitalar Conceição-CEPPIR GHC-Maria Geneci Silveira, Grupo LGBT Igualdade - Luiza Stern, Movimento Negro da Cidade de Caxias RS- Maria Geneci Silveira-, Prefeitura Municipal de Porto Alegre-Gabinete Povo Negro Clovis André Silva da Silva,IBFAN/Saúde da Criança 1ª CRS, SES/RS - Enfermeira Celina Valderez Feijó Kohler, Rede Nacional Religiões Afro e Saúde-Baba Diba de Yemonjá, Fórum de Religiosos de Matriz Africana-FORMA – Iyá Vera Soares de Oyá Laja,Homeobras- Homeopata e Terapeuta Clássico Rudmar Mendes Moscarelli, Grupo Somos- Advogado Gustavo Bernardes, Organização de Mulheres Negras Maria Mulher-Diretora Executiva - Maria Conceição Lopes Fontoura, Movimento Negro do RS- Educador Popular Clauber Fonseca da Silva, Dorislaine Rodrigues de Oliveira, Aristides Fontoura e Alair representantes da- CEPPIR GHC, Bioquímica Mara Lane ZardinCoordenadora Comitê Técnico Saúde População Negra Grupo Hospitalar Conceição, Professora Franquilina Marques Cardoso - Rede de Empreendedores Sociais: Maria Teresinha Santos Dias-‘Nucleo Bandeirante no Comitê Metropolitano de Tuberculose de Porto Alegre, Onir Araújo Advogado- representanto Movimento Negro Unificado – MNU e o trabalho com Quilombos do RS’, Sandrali de Campos Bueno- Psicóloga e Ativista Movimento Negro Cidade Pelotas RS, Iyá Dê de Ogun Onirê, Baba Xandeco de Xangô-Mops RS, Mãe Fátima de Oxalá,representando a cidade de Gravataí/RS, Claudia Nascente de Yansã –representande das rezadeiras e benzedeiras da comunidade da Vila São Miguel no Partenon e Mãe Fátima de Yemanjá, representando as comunidades tradicionais de terreiro da Vila Mapa. O MOPS RS, contou com caravanas vindas de Pelotas e Alvorada, e os debates ultrapassaram o tempo limite pelo interesse das pessoas no tema Saúde e Educação: dever e direito de todos. O MOPS no RS foi oficializado no dia 06 de Junho de 2009 e realiza suas reuniões as quintas feiras na rua Miguel Teixeira, 86 cidade Baixa, em Porto Alegre. Maiores informações com Baba Xandeco no telefone 33.52.18.76.
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